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segunda-feira, 8 de junho de 2009

RETRO HORAS

Incrível como a gente se identifica com algumas coisas, não é?

Há um monte de gadgets antigos que eu adoraria ter...

Um relógio de pong como esta acima, seria o máximo!
A produção é do inominável artista Buro Vormkrijgers, com auxílio de um programador brasileiro.

Se, como eu, você não tem verba para um produto bacanudo como este, parta para o plano 'B', e baixe no
site do artista o screensaver do projeto (About / Portfolio / Micelanius / Pong ® Clock).

Quem não tem cão...

terça-feira, 19 de maio de 2009

NOVO CONSOLE, VELHOS GRÁFICOS


É claro que você já sabe que o Zeebo está em pré-venda.

Mas já conhece bem o console?
Estão todos falando que os gráficos são ruins, e os jogos são velhos etc., mas eu continuo achando que o modelo de negócios da Tectoy/Zeebo Inc. é muito bom e aponta para a solução de muitos dos problemas atuais do mercado, comoa pirataria, o custo de mídia e marketing e por aí vai...

Juntei neste post alguns vídeos um pouco mais esclarecedores sobre o console.
Não é muita coisa, mas já dá pra ficar mais familiarizado com o assunto e, se for o caso, no futuro, cobrar dos desenvolvedores as promessas da plataforma.

Seguem aí os vídeos:









quarta-feira, 11 de março de 2009

HQS DO FUTURO NO SEC XX


Este nem é um assunto novo, mas é a primeira vez que o abordo aqui no RGB.

Hoje, qualquer trabalho de história em quadrinhos que se preze é finalizado com o uso de computadores e softwares, seja desenhado e pintado à mão livre ou produzido direto em 3D ou vetor.

Porém, as coisas eram bem diferentes no alvorecer da socialização da informática como recurso e equipamento para os escritórios e lares do mundo.


Todos os historiadores são unânimes em afirmar que o primeiro quadrinho digital lançado foi Shatter, criado por Mike Saenz e Peter Gillis, em 1984. Na época, não contavam com mais do que um Machintosh PB de 128 Kb, SEM HD (sim, amigo, tudo produzido e armazenado e Disquetes!!!).

Mike Gold, renomado editor da DC Comics comentou certa vez sobre o resultado estético da arte:
“A arte era fragmentada e quebradiça, como se um viciado em anfetaminas tivesse recebido uma caixa de retículas... Mas o visual era totalmente novo para os quadrinhos”.


Em 1986, com William Bates, Saenz atacaria de novo, com Crash, HQ de temática atualizada com o Homem de Ferro, envolvendo pirataria industrial, problemas com telemática e outras questões contemporâneas.


Em 1988, foi o alemão Michael Gotze quem buscou na informática caminhos para sua arte gráfica, com a HQ “Império dos Robôs”, produzida em um computador Atari 520 SST. Inteligentemente, Gotze trabalhou personagens e cenários em um soft 3D, que lhe permitia mudar os ângulos de uma imagem para outra, facilitando o processo de produção da HQ.


Em 1989, os franceses Landrain e Groot lançaram a HQ Digitaline, totalmente produzida no computador. Landrain ressalta os aspectos positivos do trabalho digital mas, mesmo assim, a obra foi interrompida.


Em 1990, Pepe Moreno, artista espanhol, acertou na mosca com Digital Justice, trabalho elaborado e primoroso, feito com mais recursos que seus antecessores e muito talento, com um Apple Machintoch II e uma paleta de 16 milhões de matizes.

Embora a história das HQs digitais continue firme até os dias de hoje, Batman – Digital Justice marcou o ingresso definitivo das grandes editoras no uso de hardware e programas gráficos para seus comics.

Há muitos outros exemplos, como Sinkha, trabalho de 1995 do italiano Marco Patrito de quadrinhos em suporte CD-Rom e Operation Ted Bear, de 1996, também em CD-Rom, lançado pelo francês Edouard Lussan.


Sim, também sou fã de quadrinhos, mas estas informações todas não são minhas. São parte de uma excelente pesquisa de Edgar Silveira Franco, convertida em livro com o título “Hqtrônicas, do suporte papel à rede Internet”.
Vale a pena ler.

E se você não conhece estes quadrinhos, vá à caça!



terça-feira, 10 de março de 2009

PC CHIP MUSIC


Sei que já falei bastante sobre Chiptune Music, mas há sempre muito o que falar a respeito.

Se você não sabe o que é Chiptune, preste atenção nesta música que sempre começa quando você acessa o RGB... Isto é chiptune, direto do LastFM.

Um sujeito chamado Marc Nostromo desenvolveu e disponibilizou na rede o LGPT, um software multi-plataforma que permite criar músicas como aquelas do antigo NES.

Até a estrutura de composição é parecida, já que se trata de uma recriação do famoso LSDJ, programa de músicas do Game Boy.

Kurt Rizzo, um criador brasileiro de músicas eletrônicas com esta pegada gamer escreveu um artigo sobre o soft no site Pixel Music. Vale a pena ler.

No site do LGPT você encontra muitas informações sobre o soft, além de arquivos de áudio e alguns vídeos que ensinam a usar o programa.


Abaixo, um videozinho mostrando a performance do programa no Gamepark Holding, console portátil de game Sul Coreano para o qual foi originalmente criado.

domingo, 8 de março de 2009

SUA PRÓXIMA PRANCHA


E você achava a Nintendo inventiva, não é?
Saiba que muito do conceito do Wii já havia sido criado e experimentado em anos e consoles anteriores, inclusive da própria Big N?

Isso não chega a ser um demérito, claro. Como se diz na filosofia popular, nada se cria tudo se copia. O fato é que as indústrias de game estão sempre se reinventando, às vezes com velhas fórmulas reeditadas em embalagens de luxo e um belo marketing.


Um dos gadgets mais celebrados da fornada dessa geração é o Wii Fit, um controle em forma de prancha para ser usado com os pés (como se você não soubesse...)

Pois bem, nosso amigo Topper Breath, do incrível blog Game Nostalgia resgatou recentemente do limbo da história o Joyboard, um controle em forma de... prancha, para ser usado com os... pés!

Fui xeretar um pouco mais e conhecer detalhes dessa história.

O produto foi desenvolvido na verdade, pela Amiga Corp., que pretendia marcar presença no mundo dos games com seu console Amiga (que acabou sendo sabiamente lançado como um computador para usos diversos).

Naquela época, a dona da bola era a Atari, de modo que a grande sacada da Amiga foi lançar o recurso como um complemento para o 2600.

Além de poder controlar o jogo com os pés, o produto tinha uma entrada para o joystick do 2600 (no caso do nati-morto console Amiga, o Power Stick), que permitiria o uso com jogos envolvendo outras ações, como tiros, acesso a inventário e o que mais eles inventassem futuramente...




Mas o item era considerado um luxo caro e desnecessário e, na prática, só dois jogos foram lançados para ele, o Mogul Manic (um jogo de ski na neve, também da Amiga) e Off Your Rocker, em que você tinha que reproduzir os padrões de som e movimentos do personagem skatista Rockin’ Rollie (o jogo acabou sendo liberado para comercialização pela notória anônima Pleasant Valley Video).

Por último, havia o Surf´s Up, game de temática óbvia, que acabou nem sendo comercializado, visto que o Joyboard não decolava...


Acho curiosa esta história de lançamentos de games para o 2600 porque são famosos os casos de como a Atari pegou no pé da Activision e da Imagic com seus cartuchos (talvez porque eles fossem melhores do que algumas porcarias lançadas pela Atari...).

Baseado na criação dessa prancha e na história de que os engenheiros da Amiga o usavam para relaxar com os bugs do Amiga Computer, Ian Bogsost lançou recentemente o game Guru Meditation, com estilo e visual 8 bits para ser usado com o Joyboard e que propõe reviver a diversão daqueles engenheiros, tentando fazer o guru levitar. Mais informações sobre o projeto podem ser encontrados no site do sujeito.

Se quiser conhecer mais detalhes sobre outros gadgets criados pela indústria com este conceito de “Gamercise” (game + exercise), veja neste link, é bem interessante.

Valeu pela dica, Topper!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

APPLE MUSIC



Encontrei o site de Simon Williams procurando informações sobre Chiptune Music.

O rapaz cria (ou criava) músicas em um velho Apple II de oito bits, daí o nome do site. Ele informa ser capaz de colocar 30 minutos de música em um simples disquete de 140 kb, algo impensável para nossa geração devoradora de bits.

O som é obviamente básico, mas inspirado, criando diferentes levadas e temas entre as várias faixas.

Há também uma lista com composições do autor, no site Internet Archive. Além disso, no próprio site você pode conferir algumas delas.

Enjoy!

P.S.: No site, o rapaz também informa sobre outro criador de Apple Chiptunes, chamado Carrington Vanston, mas não achei nenhum link para músicas no site. Se você achar, ouça e comente aqui.



quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

ATARI HERO


Infelizmente faltam-me algumas habilidades que eu adoraria ter para criar algumas coisas bem inusitadas como, por exemplo, esta tralha aí.

Estou falando do Atari Hero, projeto do dono do site Slippery Brick, que não toca como seu game preferido da atualidade, mas... joga cartuchos de 2600!


Basta encaixar o cartucho na porta de entrada da guitarra e se divertir com jogos fascinantes como o ET (?!?) visto na imagem acima.


Quer conhecer os detalhes do projeto? Entre no site.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

TECNOMANCIA?!?



O ano começa cheio de boas promessas.

E com boas amizades, resultado dos excelentes contatos realizados ao longo de 2008!

Um dos melhores exemplos é certamente o Toy, um dos participantes mais ativos (e mais engraçados!) do Aperta Start, grupo de Fortaleza que está desenvolvendo mil coisas relacionadas ao universo dos games.

Recebi hoje um rápido email do próprio, informando que está à frente de outro projeto (essa juventude não pára, não?).

O projeto chama NecroTecnoMancia e, nas palavras do autor é "um projetopara ressucitar máquinas/tecnologias antigas para dá-las novasfuncionalidades ou somente fazê-las funcionar novamente e isso inclui osbons e velhos consoles".

Não sou muito dado a estas macumbas digitais, mas a idéia de trazer à vida hardwares moribundos parece muito bacana! Então, segue o post para divulgar o trabalho do grande Toy (vai nessa, garoto! Força!!!).

Keep playing!!!


quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

HAPPY NEW ATARI!!!



Todo mundo conhece o Atari, aquele aparelho velhinho de games (na foto acima, representado em um bolo artesanal do estúdio Cakes by Pound)...

A maioria nem sabe que a empresa continuou no ramo de games por décadas, mesmo depois do bom e velho 2600 desaparecer do mercado.

Muitos outros, no entanto, se esforçam em preservar a memória deste e outros importantes produtos lançados no passado e que constituíam o que havia de mais moderno em termos de entretenimento eletrônico.


É claro que você conhece, por exemplo, a revista eletrônica Jogos80, iniciativa do grande Marcus Vinícius e seus parceiros, que vem lançando periodicamente novas edições com informações diversas para download direto do site, um material obriagatório para quem pretende se aprofundar na perquisa, e que já foi comentado diversas vezes nesse blog.

Ok, você vai perguntar, porque eu estou chovendo no molhado, então?

Well... Recebi um link agora no final do ano do próprio Marcus, informando sobre uma matéria especial da Tv Gazeta sobre os 25 anos do Atari no Brasil. É claro que eu perdi a exibição da matéria, mas o Marcus não perdeu tempo e já postou este arquivo de vídeo na internet para que possamos relembrar a era de ouro do console (valeu, mermão!!!).

Assistindo ao vídeo, encontrei na edição ninguém menos que o genial Moacyr PC Engine Fan, outro nome de carteirinha deste blog que é um grande preservacionista da cultura gamer, não só de teoria e memória, mas de hardware mesmo, com um invejável acervo de 141 consoles de games e um buzilhão de cartuchos, fitas e mídias em geral! O site do Moa mostra um pouco do muito que este moço tem guardado e, se você quiser conversar com os feras do assunto, não deixe de fazer contato com o fórum Canal 3, onde o próprio e outros gênios dos 4 bits estão sempre confabulando.


Abaixo, você confere (at last!) o vídeo da reportagem! Valeu mais uma vez, Marcus!!!
Happy new old games pra todo mundo!


quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

ATARIBOY MINI CONSOLE

Caros leitores:
É com prazer que afirmo que há todo tipo de saudosista maluco!

Se não for assim, como explicar projetos como este e este outro, criados sabe Deus de onde, senão das mentes telúricas desses intrépidos e (ins)pirados criadores?

Neste post, apresento o trabalho de Ben Heck, um jovem que decidiu fazer caber um 2600 no corpo de um Gameboy. E o mais expantoso: funciona!!!

Veja no site do sujeito o passo-a-passo para construir o seu também (haja paciência!) e não deixe de ver esta outra página, onde Ben apresenta um mano-a-mano entr os dois mini-consoles e mostra quem leva a melhor!




terça-feira, 2 de dezembro de 2008

DA BUK IS ON DA GAME

É fascinante ver como a internet está se tornando uma gigantesca biblioteca de informações online.

Muitas dessas informações não teriam a menor chance de serem relembradas por meio das vias convencionais de mídias, visto que não contam com a reverência normalmente destinadas aos grandes clássicos, como livros de Victor Hugo ou artigos de Susan Sontag.

Estou falando de livros, revistas e textos, principalmente sobre as novas mídias, que pipocaram de 10 ou 20 anos para cá e que agora voltam a ser disponibilizados para um público mais amplo, através da rede.

As imagens desse post foram retiradas do site Handheld Museum, e apresentam os manuais de uso de uma série de plataformas fora de uso corrente e muitos dos joguinhos para eles criados. Se você tem um dos dois e perdeu o manual, arrisque uma visita ao site; de repente, você se depara com uma dessas pérolas da informação.


Há muito mais no site, como a seção Games and Guts, que mostra fotos do interior das máquinas, Books and Magazines e outras. Conheça-o.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

DREAMGUITAR


Gostas de música? De guitarras? De consoles velhos que não funciona, mais???

Então, faça como a Flooky, uma jovem que também gosta dessas coisas e juntou tudo, fazendo uma guitarra com seu velho e inútil console de Dreamcast.

Veja mais imagens no Destructoid.

A garota também gosta de fazer arte, embora eu considere o resultado meo duvidoso... Confira suas obras no blog Fuzzy Bird Club.



sábado, 25 de outubro de 2008

GAME CONTROL

Observe a imagem acima, caro leitor.

À primeira vista pode parecer baixaria, mas é um game.
Você controla jogando com estes, digamos, anatômicos joysticks(!)

A história do game design está cheia de exemplos de controles curiosos e projetos difentes, interessantes e engraçados.


Não há dúvida de que o fator interação foi plenamente resolvido, mas ainda falta o aspecto virtual... Informações sobre este "controle" você encontra aqui e aqui.
Na imagem abaixo, outro exemplo inusitado de controle... Enquanto massageia a parceira, o gamer vai aprimorando sua performance no jogo. Acho que pela primeira vez as garotas vão gostar de estar junto com os rapazes durante os jogos...
Mais informações sobre esta peasquisa(!) você descobre aqui.


Miyamoto também sempre teve um a queda pelos gadgets diferenciados no jogo. A Nintendo foi pródiga em criar bugigangas como a Power Glove e o Laser Scope.
Abaixo, vemos uma imagem do Revolution - console que se tornaria mais tarde o conhecido Wii - em projeto. É ou não é coisa de japonês maluco? Esta imagem é uma brincadeira da EGM gringa e está disponível nesta página do GameSpot.


Para os hard gamers, a pedida é o novo controle para PlayStation 4, agora com botões para todos os seus vinte e cinco dedos!
É claro que é uma brincadeira. A imagem está disponível neste site.



Mas a imagem abaixo NÃO É brincadeira. A Coleco chegou a disponibilizar de verdade este controle para seu console Coleco Vision, em jogos batizados de Super Action Game, como Baseball, Tarzan, Burgertime e Star Trek.

Dizem que o controle original do Coleco Vision era horrível para jogar, mas naõ creio que eles tenham conseguido muito sucesso com algo tão assustador naqueles idos de 1983...

Este é sem dúvida o controle mais bizarro da nossa breve coleção e encerra o post de hoje, mostrando que design de plataformas é um problema antigo e erros de projeto também!

Veja mais sobre o Super Action Controller Set, neste link.


sexta-feira, 10 de outubro de 2008

RETRO EXPO

É pena, mas já acabou.
Também, eu não ia conseguir viajar até a Austrália para conseguir ver o evento, mas pelas informações disponíveis em sites e blogs na net a exposição Game On, realizada no Australian Center for the Moving Image Exhibition (ACMI) parece ter sido muito bacana.

O site da expo é limitado mas simpático, e informa um pouco de tudo o que rolou no evento.
O vídeo abaixo mostra uma reportagem de dois minutos dentro da expo e vale uma conferida! Há mais disponível no Youtube.




MICRO ARCADE

Sim, eu também gostaria de ter um arcade em casa só meu, com todos os jogos disponíveis pelo puro prazer de exibir aos amigos (mais do que jogar, até!).

Já apresentei em ao menos um post anterior o processo de construção para você ter em casa seu próprio Mame e sei que há vários outros projetos disponíveis na net para a construção de arcades domésticos.

Este aqui me ganhou pela elegância da apresentação, ao mesmo tempo em que exibe toda aquela cara retrô das máquinas convencionais. O criador da obra é Vance Fry, um professor de Minessota que também gosta de computadores movidos a bateria. O blog de Vance tem mais informações sobre o processo de trabalho e outros detalhes. Confira.